domingo, 4 de setembro de 2011
O CORAL IRRADIANDO LUZ LANÇA SEU PRIMEIRO CD
Em noite de muita alegira o Coral Irradiando Luz, da União Espírita Cristã (Patos-PB) lança seu primeiro CD na noite de abertura do IX ERESP.
Agradecemos a todos que contribuíram para concretizar este sonho e permitiram que todo o esforço do grupo fosse coroado de êxito.
O CD está à venda na sede provisória da União Espírita Cristã e a renda está sendo revertida para a instalação de nossa instituição na nova sede.
Compre-o e o dê presentes, divulgue a mensagem de paz, ânimo e alegira cristã.
Parabéns a todo o grupo e a todos os colaboradores.
(Editorial)
domingo, 3 de julho de 2011
USO DA LINGUAGEM DURANTE A PALESTRA ESPÍRITA
Rinalda Bezerra Carlos
Em relação ao uso da linguagem nas palestras espíritas, gostaríamos de chamar atenção para um item que se não for devidamente cuidado, podemos incorrer no risco de comprometer uma palestra: o uso da linguagem. Justamente por tratar-se de uma tarefa educativa, envolvendo o ideal espírita, devemos evitar:
a) Gírias – o uso de expressões dessa natureza, não dá credibilidade à mensagem que se quer passar. Isto porque a gíria origina-se em grupos circunscritos, de forma que só os pares que a codificam a compreendem. Assim, ao transpor essa forma de linguagem para um público maior, nem todos compreendem o que está sendo dito. Também vale dizer que a forma de linguagem universalizada é a culta, ensinada nas escolas, e se bem utilizada permite uma comunicação eficaz.
b) Linguagem coloquial – por tratar-se da linguagem do nosso cotidiano, geralmente não nos detemos nas concordâncias, utilizamos as expressões regionalizadas, não prestamos atenção aos vícios de linguagem, ou seja, trata-se do nosso modo de falar corriqueiro, sem aquela preocupação de nos policiar. Geralmente falamos e não estabelecemos um planejamento. Já numa palestra, todos esses aspectos devem ser observados para evitar dispersão dos ouvintes, pois quem nunca se distraiu com alguns cacoetes que terminaram por imprimir uma marca no orador!
c) Palavras chulas, de baixo calão ou depreciativas – é necessário ainda reforçar que o nosso discurso nos apresenta e imprime as nossas impressões nos lugares onde circularmos. Sendo assim, devemos ter muito cuidado com o que falamos e como falamos. Portanto, não é demais reforçar que esse tipo de linguagem não se adéqua em nenhum lugar, sobretudo para aqueles que estão adotando o ideal espírita. Lembremos que as palavras são carregadas de significados; uma vez proferidas, perdemos o domínio das variadas interpretações a que todos temos direito.
d) Estereótipos – da mesma forma que a palavra responsável é como um bálsamo para a nossa vida, aquela carregada de preconceito, de julgamento pode ressoar como um reforço para as quedas morais, especialmente porque todos nos encontramos em processo de reeducação. A postura de respeito às diferenças, e aqui vale as de toda ordem, é um preceito basilar da Doutrina Espírita, pois que representa uma das maiores virtudes apregoadas por Jesus Cristo.
e) Linguagem muito rebuscada - muitas vezes, alguns oradores lançam mão de termos difíceis, sob a justificativa de ser convincentes, sem se darem conta de que esta postura dificulta a compreensão da mensagem que querem passar. O uso de muita erudição, além de provocar distanciamento entre a pessoa que fala e seus ouvintes, empreende um tom de superioridade, ferindo assim, os preceitos da Doutrina Espírita. Vale lembrar que uma boa comunicação é aquela que atinge a todo o público, isto é, pode ser compreendida por todos os ouvintes, desde o mais simples até o mais instruído. Portanto, sabedoria e simplicidade andam juntas, basta nos reportarmos ao nosso exemplo maior: Jesus Cristo;
f) Evite reforçar de forma repetitiva, quadros dolorosos de violência, desastres, catástrofes- a casa espírita é composta de irmãos encarnados e desencarnados que a buscam para o conforto espiritual. Trata-se de um pronto-socorro na Terra, para tratarmos das nossas doenças de ordem física, psíquica e espiritual. Em considerando o nosso quadro evolutivo em que ainda nos prendemos ao trágico, nos ligamos ao que está mais próximo, o que justifica que busquemos em nossas preleções, contribuir para construção de quadros mentais que contemplem o bem e do belo.
g) Não extrapole o tempo da sua fala - leve em consideração que a casa espírita e os ouvintes possuem uma programação a ser cumprida. Sem contar que a Espiritualidade Maior que assiste a todos nós, cumpre uma agenda pautada na disciplina e na organização. Ferir o tempo é não prestar atenção para esses detalhes!
Não esqueça da sublime oportunidade de semear o bem na mente dos ouvintes durante uma palestra ou em qualquer outra forma de comunicação espírita.
quinta-feira, 30 de junho de 2011
COMUNICAÇÃO ESPÍRITA: DICAS PARA ORGANIZAR UM BOM EXÓRDIO OU PALESTRA
Joedla Rodrigues de Lima
uniaopatos@gmail.com
Diante de um convite para fazer uma palestra, exórdio, exposição oral ou conduzir um estudo na casa espírita é motivo de ansiedade para o neófito (novato). Experiência que se tornou tão corriqueira que nos parece natural. Assim, para auxiliar nessa tarefa daremos algumas dicas para que esta experiência seja bem sucedida e a primeira de muitas outras.
Em princípio podemos afirmar que a ansiedade é natural e pode até ser benéfica na medida em que nos leva a estudar, a nos prepararmos para atendermos bem ao que nos foi confiado e não acharmos que já sabemos o suficiente sobre um assunto. Isto porque partimos do pressuposto de que devemos ter a coragem para enfrentar o desafio novo, pois se nos negamos a aceitar a tarefa por falta de experiência, estacionamos e ficamos limitados a fazer sempre a mesma coisa, considerando que a vida é composta, inclusive, de novas experiências que devem ser oportunidades de crescimento na construção da felicidade.
Ao se assumir tarefa na área da comunicação espírita, tendo em vista que neste trabalho nos referiremos às preleções em geral, ressaltando que utilizaremos o termo palestra por ser mais familiar, existem dois pontos básicos a se considerar: o primeiro é se temos o conhecimento mínimo sobre os princípios espíritas contidos nas obras da codificação. O segundo se sabemos organizar uma palestra clara, concatenada e bem fundamentada.
Para tanto, escrevemos este trabalho com a intenção de auxiliá-lo(a), sobretudo, com o objetivo de: CONTRIBUIR NA ORGANIZAÇÃO DE UMA EXPOSIÇÃO ESPÍRITA MOTIVADORA, CONCATENADA E RICA DE INFORMAÇÕES, DENTRO DOS POSTULADOS ESPÍRITAS.
Tendo em vista que este material destina-se aos principiantes na preleção espírita e em considerando a abrangência do assunto, aqui selecionamos alguns pontos para dar suporte ao trabalho de evangelização, pois aqueles(as) que se interessarem num maior aprofundamento, certamente encontrarão uma vasta produção na área da comunicação. Com isto queremos lembrar que este trabalho está longe de contemplar todos os aspectos, dada a evolução e sofisticação que envolve esta área do conhecimento.
A seguir, procuramos sistematizar algumas etapas que consideramos essenciais na a organização de uma explanação espírita:
ETAPA I: AUTOMOTIVAÇÃOETAPA II: PREPARAÇÃO OU APROFUNDAMENTO DO TEMA
ETAPA III: ORGANIZAÇÃO DO MATERIAL
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ORGANIZAR UM BOM EXÓRDIO OU PALESTRA
PALESTRAS DO MÊS DE JULHO
02/07/11 - "Família e Felicidade" - Raimundo Nonato
09/07/2011 - "Eficácia da Prece" - Conceição Carreiro
16/07/2011 - "Fora da Caridade Não Há Salvação" - Joedla Rodrigues
23/07/2011 - "A Emancipação da Mulher e o espiritismo" - Antoniel Clementino
30/07/2011 - "Encontro com a paz" - Osvaldo de Souza
09/07/2011 - "Eficácia da Prece" - Conceição Carreiro
16/07/2011 - "Fora da Caridade Não Há Salvação" - Joedla Rodrigues
23/07/2011 - "A Emancipação da Mulher e o espiritismo" - Antoniel Clementino
30/07/2011 - "Encontro com a paz" - Osvaldo de Souza
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